Indicações de vídeos sobre a sustentabilidade...
O homem no meio ambiente
Turma da Mônica: um plano para salvar o planeta
O brincar e o planeta
A lata de lixo - Castelo Rá Tim Bum
Sustentabilidade, conscientização
Um blog para refletir sobre a educação... lembrando que a educação é do dia-a-dia, está em tudo e em todo lugar.
terça-feira, 30 de agosto de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Atividades de interpretação com diversos gêneros
LEIA COM ATENÇÃO E
MARQUE A RESPOSTA QUE VOCÊ CONSIDERA CORRETA:
I) Texto: Fábula
A raposa e as uvas
Num dia quente de verão, a raposa
passeava por um pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho
de uvas.
“Que delícia”, pensou a raposa, “era
disso que eu precisava para adoçar a minha boca”. E, de um salto, a raposa
tentou, sem sucesso, alcançar as uvas. Exausta e frustrada, a raposa afastou-se
da videira, dizendo: “Aposto que estas uvas estão verdes.”
Esta fábula ensina que algumas pessoas
quando não conseguem o que querem, culpam as circunstâncias.
1) A frase que expressa uma opinião é:
(a) “a
raposa passeava por um pomar”
(b) “sua
atenção foi capturada por um cacho de uvas.”
(c) “a
raposa afastou-se da videira.”
(d) “Aposto
que estas uvas estão verdes.”
2)
O provérbio que mais se encaixa na moral
que a fábula traz é:
(a) Não
há pior cego que aquele que não quer ver.
(b) Há
males que vêm para bem.
(c) Casa
de ferreiro, espeto de pau.
(d) Quem
desdenha quer comprar.
II) Texto: Fábula
O rato do mato e o rato
da cidade
Um ratinho da cidade foi uma vez
convidado para ir à casa de um rato de campo. Vendo que seu companheiro vivia
pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele.
-
Tenho muita pena da pobreza em que você vive – disse.
-
Venha morar comigo na cidade você verá como lá a vida é mais fácil.
Lá se foram os dois para a cidade, onde
se acomodaram numa casa rica e bonita.
Foram logo a despensa e estavam muito
bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa
com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo.
Os dois ratos correram espavoridos para
se esconder.
- Eu vou para o meu campo – disse o rato
do campo quando o perigo passou. Prefiro minhas raízes e ervas na clama, às
suas comidas gostosas com todo esse susto.
Mais
vale magro no mato que gordo na boca do gato.
Alfabetização: livro do aluno 2 ed. Ver e atual. Ana
Rosa Abreu... [et al.] Brasília: FUNDESCOLA SEF MEC, 2001. 4v.60v. 3
3) Quais são os adjetivos usados para a casa do
rato da cidade?
a)
pobremente – feia. b) bonita – rica. c)
enorme – espavorida.
4)
O problema do rato do mato terminou quando ele:
(a) Decidiu voltar para o mato.
(b) Empanturrou-se de comida.
(c) Escondeu-se dos ratos.
(d) Descobriu a despensa da casa.
III) Texto:
conto
Objetivo:
estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por
conjunções, advérbios, etc.
Pepita
a piaba
Lá
no fundo do rio, vivia Pepita: uma piaba miudinha.
Mas
Pepita não gostava de ser assim.
Ela
queria ser grande... Bem grandona...
Tomou
pílulas de vitamina... Fez ginástica de peixe... Mas nada...
Continuava
miudinha.
O
que é isso? Uma rede?
Uma
rede no rio! Os pescadores!
Ai,
ai, ai... Foi um corre-corre... Foi um nada-nada...
Mas...
muitos peixes ficaram presos na rede.
E
Pepita?
Pepita
escapuliu... Ela nadou, nadou pra bem longe dali!
CONIIJO,
Solange A. Fonseca. Pepita a piaba.
Coleção Miguilim. São Paulo: Nacional, 2004.
5)
No texto “Lá no fundo do rio, vivia Pepita”, a expressão sublinhada dá ideia de:
(a) Causa
(b)
Explicação
(c)
Lugar
(d) Tempo
IV)
Texto:
Poesia
Objetivo:
identificar o tema.
Chapeuzinho
Amarelo
Era a Chapeuzinho amarelo
Amarelada
de medo.
Tinha
medo de tudo, aquela Chapeuzinho.
Já
não ria.
Em
festa, não aparecia.
Não
subia escada
Nem
descia.
Não
estava resfriada,
Mas
tossia.
Ouvia
conto de fada e estremecia.
Não
brincava mais de nada, nem de amarelinha.
Tinha
medo de trovão.
Minhoca,
pra ela, era cobra.
E
nunca apanhava sol
Porque
tinha medo da sombra.
Não
ia para fora pra não se sujar.
Não
tomava sopa para não ensopar.
Não
tomava banho para não descolar.
Não
falava nada para não engasgar.
Não
ficava em pé com medo de cair.
Então
vivia parada,
Deitada,
mas sem dormir,
Com
medo de pesadelo.
HOLLANDA,
Chico Buarque de. In.: Literatura
Comentada. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
6)
O texto trata de uma menina que:
(a) Brincava
de amarelinha.
(b)
Gostava de festas.
(c)
Subia e descia escadas.
(d) Tinha
medo de tudo.
V)
Texto:
Piada
Objetivo:
identificar efeitos de ironia ou humor.
Continho
Era
uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio
dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou
um vigário a cavalo.
-
Você aí menino, para onde vai essa estrada?
-
Ela não vai não: nós é que vamos nela.
Engraçadinho
de uma figa! Como você se chama?
Eu
não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.
MENDES CAMPOS, Paulo, Para gostar de ler. Crônicas.
São Paulo: Ática, 1996, v.1, p. 76.
7)
Há traço de humor no trecho:
(a) “Ela não vai não: nós é que vamos nela”
(b)
“Ele estava sentado na poeira do
caminho”.
(c)
“Quando passou um vigário”
(d) “Era uma vez um menino triste, magro”.
VI) Objetivo:
identificar o efeito do uso da pontuação.
Feias,
sujas e imbatíveis (fragmento)
As baratas estão na Terra há mais de 200
milhões de anos, sobrevivem tanto no deserto como nos pólos e podem ficar até 30
dias sem comer. Vai encarar? Férias, sol e praia são alguns dos bons motivos
para comemorar a chegada do verão e achar que essa é a melhor estação do ano. E
realmente seria, se não fosse por um único detalhe: as baratas. Assim como nós,
elas também ficam bem animadas com o calor. Aproveitam a aceleração de seus
processos bioquímicos para se reproduzirem mais rápido e, claro, para passearem
livremente por todos os cômodos de nossas casas.
Nessa época do ano, as chances de dar de
cara com a visitante indesejada, ao acordar durante a noite para beber água ou
ir ao banheiro, são três vezes maiores.
Revista Galileu. Rio de
Janeiro: Globo, n 151, fev. 2004, p. 26
8)
No trecho “Vai encarar?” o ponto de interrogação tem o efeito de
(a) Apresentar
(b)
Avisar
(c)
Desafiar
(d) Questionar
Gabarito: 1 - D; 2 - D; 3 - B; 4 - A; 5 - C; 6 - D; 7 - A; 8 - C
sábado, 27 de agosto de 2016
Perguntas de Ciências (4º e 5º anos) no modelo Prova Brasil
Leia o texto e
responda:
Por que quando
somos adolescentes temos espinhas no rosto?
Com a adolescência, nosso organismo começa a
produzir vários hormônios, que não são produzidos quando somos crianças.
Esses hormônios estimulam a glândula sebácea. Ela é responsável pela produção de uma substância gordurosa, o sebo, que fica na superfície da pele. A
secreção sebácea existe para proteger a pele de vários fatores agressivos,
como vento, poeira, sabonete e água quente, entre outros. Na adolescência, há
um exagero no funcionamento dessas glândulas e, por isso, geralmente, a pele
e o cabelo ficam mais oleosos. (...)
Jornal Estado de Minas.
Gurilândia. Dra. SARA tudo. 24 de novembro de 2007. Página 7. (Fragmento)
|
1) O texto fala sobre uma fase da vida dos seres
humanos que é:
( ) Infância (
) Adolescência ( ) Adulta (
)Velhice
2) As informações do texto explicam um problema que a
maioria dos adolescentes tem:
( ) Hormônios (
) Gordura ( ) Glândulas (
)Espinhas
3) A glândula sebácea é responsável pela produção de:
( ) Suor ( ) Sebo ( ) Saliva ( ) Vento
4) A secreção sebácea existe para:
( ) Proteger a pele de vários fatores como
vento, poeira, etc.
( ) Proteger a pele contra espinhas.
( ) Proteger os adolescentes das violências
dos adultos.
( ) Proteger as crianças.
5) Na adolescência a pele e o cabelo ficam mais oleosos
porque:
( ) Os adultos gostam mais.
( ) Há pouca produção de hormônios.
( ) Há muita produção de uma substância
gordurosa.
domingo, 21 de agosto de 2016
Modelo de perguntas da Prova Brasil
Se é verdade que as aulas devem ser emancipatórias e trazer mais autonomia aos alunos, também é correto afirmar que não prepará-los para as todas as situações, inclusive as provas externas, é uma forma de desresponsabilização da escola.
AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Questão 1
O disfarce dos bichos
Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou
bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto
conhecido como "bicho-pau". Ele é tão parecido com o galhinho, que
pode ser confundido com o graveto.
Existem
lagartas que se parecem com raminhos de plantas. E há grilos que imitam
folhas.
Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares
em que estão. Eles fazem isso para se defender dos inimigos ou capturar
outros bichos que servem de alimento.
Esses
truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação.
O cientista inglês Henry Walter Bates
foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou 11 anos na selva amazônica
estudando os animais.
MAVIAEL MONTEIRO, JOSÉ. Bichos que usam disfarces para
defesa. Folhinha, 6 nov. 1993. Suplemento infantil do jornal Folha de São
Paulo. Adaptado pelas autoras. In:HELENA, Maria; Bernadette. Novo Tempo: Português. São Paulo: Scipione, 1999. v. 1,
p. 31.
|
O bicho-pau se parece com
(A) florzinha seca.
(B) folhinha verde.
(C) galhinho seco.
(D) raminho de planta.
Questão 2
Bula
de remédio
VITAMIN
COMPRIMIDOS
embalagens com 50 comprimidos
COMPOSIÇÃO
Sulfato ferroso .................... 400 mg
Vitamina B1 ........................ 280 mg
Vitamina A1 ........................ 280 mg
Ácido fólico ......................... 0,2 mg
Cálcio F .............................. 150 mg
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
O produto, quando conservado em locais frescos e bem
ventilados, tem validade de 12 meses.
É conveniente que o médico seja avisado de qualquer efeito
colateral.
INDICAÇÕES
No tratamento das anemias.
CONTRA-INDICAÇÕES
Não deve ser tomado durante a gravidez.
EFEITOS COLATERAIS
Pode causar vômito e tontura em pacientes sensíveis ao ácido
fólico da fórmula.
POSOLOGIA
Adultos: um comprimido duas vezes ao dia. Crianças: um
comprimido uma vez ao dia.
LABORATÓRIO INFARMA S.A.
Responsável - Dr. R. Dias Fonseca
CÓCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco
Antônio. Alp Novo: análise, linguagem e pensamento. São Paulo: FTD,
1999. v. 2, p. 184.
No texto, a palavra COMPOSIÇÃO indica
(A) as situações contra-indicadas do remédio.
(B) as vitaminas que fazem falta ao homem.
(C) os elementos que formam o remédio.
(D) os produtos que causam anemias.
Questão 3

O passageiro vai iniciar a viagem
(A) à noite.
(B) à tarde.
(C) de madrugada.
(D) pela manhã.
Questão 04
Chapeuzinho
Amarelo
Era a Chapeuzinho amarelo
Amarelada
de medo.
Tinha
medo de tudo, aquela Chapeuzinho.
Já não ria.
Em festa
não aparecia.
Não subia
escada
nem
descia.
Não
estava resfriada,
mas
tossia.
Ouvia
conto de fada e estremecia.
Não
brincava mais de nada,
nem
amarelinha.
Tinha
medo de trovão.
Minhoca,
pra ela, era cobra.
E nunca
apanhava sol,
porque
tinha medo de sombra.
Não ia
pra fora pra não se sujar.
Não
tomava banho pra não descolar.
Não
falava nada pra não engasgar.
Não
ficava em pé com medo de cair.
Então
vivia parada,
Deitada,
mas sem dormir,
Com medo
de pesadelo.
HOLLANDA, Chico Buarque de. In: Literatura comentada.
São
Paulo: Abril Cultural, 1980.
O texto trata de uma menina que
(A) brincava de amarelinha.
(B) gostava de festas.
(C) subia e descia escadas.
(D) tinha medo de tudo.
Questão 5
A
raposa e as uvas III
Num dia quente de verão, a raposa passeava por um
pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho de uvas.
“Que
delícia”, pensou a raposa, “era disso que eu precisava para adoçar a minha
boca”. E, de um salto, a raposa tentou, sem sucesso, alcançar as uvas.
Exausta
e frustrada, a raposa afastou-se da videira, dizendo: “Aposto que estas uvas
estão verdes.”
Esta
fábula ensina que algumas pessoas quando não conseguem o que querem, culpam
as circunstâncias.
(http://www1.uol.com.br/crianca/fabulas/noflash/raposa.
htm)
|
A frase que expressa uma opinião é:
(A) "a raposa passeava por um pomar." (l. 1)
(B) “sua
atenção foi capturada por um cacho de uvas." (l. 2)
(C) "a
raposa afastou-se da videira" (l. 5)
(D)
"aposto que estas uvas estão verdes" (l. 5-6)
Questão 6

Jim Meddick. “Robô”. In folha de São Paulo,
27/04/1993.
No 3º
quadrinho, a expressão do personagem e sua fala "AHHH!" indica que
ele ficou
(A) acanhado.
(B)
aterrorizado.
(C)
decepcionado.
(D)
estressado.
Questão 7
EVA FURNARI
EVA FURNARI -
Uma das principais figuras da literatura para crianças. Eva Furnari nasceu em
Roma (Itália) em 1948 e chegou ao Brasil em 1950, radicando-se em São Paulo.
Desde muito jovem, sua atração eram os livros de estampas – e não causa
estranhamento algum imaginá-Ia envolvida com cores, lápis e pincéis,
desenhando mundos e personagens para habitá-Ios...
Suas habilidades criativas
encaminharam-na, primeiramente, ao universo das Artes Plásticas expondo, em
1971, desenhos e pinturas na Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna,
em uma mostra individual. Paralelamente, cursou a Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da USP, formando-se no ano de 1976. No entanto, erguer prédios
tornou-se pouco atraente quando encontrou a experiência das narrativas
visuais.
Iniciou sua carreira como autora e
ilustradora, publicando histórias sem texto verbal, isto é, contadas apenas
por imagens. Seu primeiro livro foi lançado pela Ática, em 1980, Cabra-cega,
inaugurando a coleção Peixe Vivo, premiada pela Fundação Nacional do Livro
Infantil e Juvenil -FNLlJ.
Ao longo de sua carreira, Eva Furnari
recebeu muitos prêmios, entre eles contam o Jabuti de "Melhor
Ilustração" --Trucks (Ática, 1991), A bruxa Zelda e os 80
docinhos (1986) e Anjinho (1998) --setes láureas concedidas
pela FNLlJ e o Prêmio APCA pelo conjunto de sua obra.
http:llcaracal.
imaginaria. cam/autog rafas/evafurnari/index. html
|
A finalidade do texto
é
(A) apresentar dados sobre vendas de livros.
(B) divulgar os livros de uma autora.
(C) informar sobre a vida de uma autora.
(D) instruir sobre o manuseio de livros.
Questão 8
Texto I
Os
cerrados
Essas terras planas do planalto
central escondem muitos riachos, rios e cachoeiras. Na verdade, o cerrado é o
berço das águas. Essas águas brotam das nascentes de brejos ou despencam de
paredões de pedra. Em várias partes do cerrado brasileiro existem canyons com
cachoeiras de mais de cem metros de altura!
SALDANHA, P. Os cerrados. Rio de Janeiro:
Ediouro, 2000.
Texto II
Os Pantanais
O homem pantaneiro é muito ligado à
terra em que vive. Muitos moradores não pretendem sair da região. E não é pra
menos: além das paisagens e do mais lindo pôr-do-sol do Brasil Central, o
Pantanal é um santuário de animais selvagens. Um morador do Pantanal do rio
Cuiabá, olhando para um bando de aves, voando sobre veados e capivaras,
exclamou: “O Pantanal parece com o mundo no primeiro dia da criação.”
SALDANHA, P. Os pantanais. Rio de Janeiro:
Ediouro, 1995.
Os dois textos
descrevem
(A) belezas naturais do Brasil Central.
(B) animais que habitam os pantanais.
(C) problemas que afetam os cerrados.
(D) rios e cachoeiras de duas regiões.
Questão 9
O hábito da leitura
“A criança é o pai do homem”. A frase, do poeta
inglês William Wordsworth, ensina que o adulto conserva e amplia qualidades e
defeitos que adquiriu quando criança. Tudo que se torna um hábito
dificilmente é deixado. Assim, a leitura poderia ser uma mania prazerosa, um
passatempo.
Você, coleguinha, pode descobrir várias coisas,
viajar por vários lugares, conhecer várias pessoas, e adquirir muitas
experiências enquanto lê um livro, jornal, gibi, revista, cartazes de rua e
até bula de remédio. Dia 25 de janeiro foi o dia do Carteiro. Ele leva ao
mundo inteiro várias notícias, intimações, saudades, respostas, mas tudo isso
só existe por causa do hábito da leitura. E aí, vamos participar de um
projeto de leitura?
CORREIO BRAZILIENSE, Brasília, 31 de janeiro de
2004, p. 7.
|
No trecho “Ele leva ao mundo inteiro” (l. 8),
a palavra sublinhada refere-se ao
(A) carteiro.
(B) jornal.
(C) livro.
(D) poeta.
Questão 10
O
rato do mato e o rato da cidade
Um ratinho da cidade foi uma vez
convidado para ir à casa de um rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia
pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele:
— Tenho muita pena da pobreza em que você vive —
disse.
— Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a
vida é mais fácil.
Lá se foram os dois para a cidade, onde se
acomodaram numa casa rica e bonita.
Foram logo à despensa e estavam muito bem, se
empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa com dois
gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo.
Os dois ratos correram espavoridos para se esconder.
— Eu vou para o meu campo — disse o
rato do campo quando o perigo passou.
— Prefiro minhas raízes e ervas na
calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto.
Mais vale magro no mato que gordo na boca do gato.
Alfabetização: livro do aluno 2ª ed. rev. e atual. /
Ana Rosa Abreu... [et al.] Brasília: FUNDESCOLA/SEF-MEC, 2001. 4v. : p. 60 v.
3
|
O problema do rato do mato terminou quando ele
(A) descobriu a despensa da casa.
(B) se empanturrou de comida.
(C) se escondeu dos ratos.
(D) decidiu voltar para o mato.
Questão 11
A
raposa e as uvas
Uma raposa passou por baixo de uma parreira carregada de
lindas uvas. Ficou logo com muita vontade de apanhar as uvas para comer.
Deu muitos saltos, tentou subir na parreira, mas não
conseguiu.
Depois de muito tentar foi-se embora, dizendo:
— Eu nem estou ligando para as uvas. Elas estão verdes
mesmo...
Ruth Rocha. Fábula de Esopo. São Paulo: FTD,
1992.
O motivo por
que a raposa não conseguiu apanhar as uvas foi que
(A) as uvas ainda estavam verdes.
(B) a parreira era muito alta.
(C) a raposa não quis subir na parreira.
(D) as uvas eram poucas.
Questão 12
Pepita a piaba
Lá no fundo do rio, vivia
Pepita: uma piaba miudinha.
Mas Pepita não gostava de ser
assim.
Ela queria ser grande... bem
grandona...
Tomou pílulas de vitamina...
Fez ginástica de peixe... Mas nada... Continuava miudinha.
– O que é isso? Uma rede?
Uma rede no rio! Os pescadores!
Ai, ai, ai... Foi um
corre-corre... Foi um nada-nada...
Mas... muitos peixes ficaram
presos na rede.
E Pepita?
Pepita escapuliu... Ela
nadou, nadou pra bem longe dali!
CONTIJO, Solange A. Fonseca. Pepita a piaba. Belo Horizonte:
Miguilim, s.d.
|
No trecho “Lá no fundo do rio, vivia Pepita” (l. 1),
a expressão sublinhada dá idéia de
(A) causa.
(B)
explicação.
(C) lugar.
(D) tempo.
Questão 13
Continho
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho.
Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho,
imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.
— Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?
— Ela não vai não: nós é que vamos nela.
— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
— Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de
Zé.
MENDES CAMPOS, Paulo, Para gostar de ler − Crônicas.
São Paulo: Ática, 1996, v. 1 p. 76.
|
Há traço de humor no trecho
(A) “Era uma vez um menino triste, magro”. (l. 1)
(B) “ele
estava sentado na poeira do caminho”. (l. 2)
(C) “quando
passou um vigário”. (l. 2-3)
(D) “Ela não
vai não: nós é que vamos nela”. (l. 5)
Questão 14
Feias,
sujas e imbatíveis
(fragmento)
As baratas estão na Terra há mais de
200 milhões de anos, sobrevivem tanto no deserto como nos pólos e podem ficar
até 30 dias sem comer. Vai encarar?
Férias, sol e praia são alguns dos
bons motivos para comemorar a chegada do verão e achar que essa é a melhor
estação do ano. E realmente seria, se não fosse por um único detalhe: as
baratas. Assim como nós, elas também ficam bem animadas com o calor.
Aproveitam a aceleração de seus processos bioquímicos para se reproduzirem
mais rápido e, claro, para passearem livremente por todos os cômodos de
nossas casas.
Nessa época do ano, as chances de dar
de cara com a visitante indesejada, ao acordar durante a noite para beber
água ou ir ao banheiro, são três vezes maiores.
Revista Galileu. Rio
de Janeiro: Globo, Nº 151, Fev. 2004, p.26.
|
No trecho “Vai encarar?” (ℓ. 2), o ponto de interrogação tem o efeito de
(A)
apresentar.
(B) avisar.
(C) desafiar.
(D)
questionar.
Questão 15
TELEVISÃO
Televisão é uma caixa de imagens que fazem barulho.
Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam
as crianças ir assistir à televisão.
O que eu gosto mais na televisão são os desenhos
animados de bichos.
Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que
gente imitando gente, como nas telenovelas.
Não gosto muito de programas infantis com gente
fingindo de criança.
Em vez de ficar olhando essa gente brincar de
mentira, prefiro ir brincar de verdade com meus amigos e amigas.
Também os doces que aparecem anunciados na televisão
não têm gosto de coisa alguma porque ninguém pode comer uma imagem.
Já os doces que minha mãe faz e que eu como todo
dia, esses sim, são gostosos.
Conclusão: a vida fora da televisão é melhor do que
dentro dela.
PAES, J. P. Televisão.
In: Vejam como eu sei escrever. 1. ed. São Paulo, Ática, 2001, p.
26-27.
|
O trecho em que se
percebe que o narrador é uma criança é:
(A)
“Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando gente, como
nas telenovelas.”
(B)
“Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de
verdade...”
(C)
“Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir assistir à
televisão.”
(D)
“Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto de coisa
alguma...”
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